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Plano de Leitura da Bíblia em 1 Ano

Leitura da Bíblia em 1 Ano

Público·39 membros

Dia 109 de 365

Leitura do dia:

Êxodo 35: Ofertas para o Tabernáculo

Êxodo 36: Artífices e Materiais

Êxodo 37: Arca e Mobiliário


Introdução:

Os capítulos 35 a 37 do livro de Êxodo detalham a mobilização do povo de Israel e a execução das instruções divinas para a construção do Tabernáculo. Após o período de restauração da aliança com Deus, o povo responde com generosidade, trazendo ofertas voluntárias para a obra. Artífices habilidosos, cheios do Espírito de Deus, iniciam a confecção dos diversos elementos do Tabernáculo, desde a arca da aliança até os utensílios sagrados, demonstrando a concretização do plano divino através da colaboração e da habilidade humana inspirada.


Resumo:

O capítulo 35 inicia com Moisés reunindo toda a congregação dos filhos de Israel e relembrando os mandamentos do Senhor sobre o sábado, um dia de descanso sagrado. Em seguida, ele convoca o povo a trazer ofertas voluntárias para a construção do Tabernáculo, mencionando especificamente os materiais necessários: ouro, prata, bronze, fios de azul, púrpura e carmesim, linho fino, pelos de cabras, peles de carneiros tintas de vermelho, peles finas, madeira de acácia, azeite para a luz, especiarias para o óleo da unção e para o incenso aromático, e pedras de ônix e outras pedras de engaste para o éfode e para o peitoral. A resposta do povo é imediata e abundante, com todos aqueles cujo coração os impulsionava e cujo espírito os movia trazendo suas ofertas ao Senhor para a obra da tenda da congregação, para todo o seu serviço e para as vestes sagradas. Homens e mulheres, de coração voluntário, trouxeram braceletes, anéis, sinetes, colares e todo tipo de joias de ouro, apresentando-os como oferta ao Senhor. Aqueles que possuíam fios de azul, púrpura, carmesim, linho fino, pelos de cabras, peles de carneiros tintas de vermelho e peles finas também os trouxeram. Todos os que ofertaram prata e bronze trouxeram sua oferta ao Senhor; e todos os que possuíam madeira de acácia para qualquer parte da obra a trouxeram. Todas as mulheres habilidosas fiavam com as mãos e traziam o que fiavam: fios de azul, púrpura, carmesim e linho fino. Os chefes trouxeram pedras de ônix e as pedras de engaste para o éfode e para o peitoral, bem como especiarias e azeite para a luz, para o óleo da unção e para o incenso aromático. Assim, todo o povo, homens e mulheres, cuja vontade os impulsionava a contribuir para toda a obra que o Senhor ordenara por meio de Moisés, trouxe uma oferta voluntária ao Senhor. Moisés então declara que o Senhor havia chamado pelo nome Bezalel, filho de Uri, filho de Hur, da tribo de Judá, e o havia enchido do Espírito de Deus, com habilidade, entendimento e conhecimento em todo tipo de obra, para elaborar desenhos, trabalhar em ouro, prata e bronze, lapidar pedras para engastar, entalhar madeira e executar todo tipo de trabalho artístico. Ele também havia posto no coração de Bezalel e de Aoliabe, filho de Aisamaque, da tribo de Dã, a capacidade de ensinar outros. O Senhor os havia enchido de habilidade para fazer toda a obra de artífice, de desenhista e de bordador em fios de azul, púrpura e carmesim, e em linho fino, e de tecelão, capazes de executar todo tipo de obra e de elaborar desenhos.


O capítulo 36 descreve a execução da obra do Tabernáculo por Bezalel e Aoliabe, e por todos os homens habilidosos em cujo coração o Senhor havia posto sabedoria e entendimento para saberem como realizar toda a obra do santuário, conforme o Senhor havia ordenado. Moisés convocou Bezalel e Aoliabe, e todos os homens habilidosos em cujo coração o Senhor havia posto sabedoria, todos aqueles cujo coração os impulsionava a se apresentar para a obra e realizá-la. Eles receberam de Moisés toda a oferta que os filhos de Israel haviam trazido para a obra do serviço do santuário, a fim de realizá-la. Mas o povo continuava a trazer ofertas voluntárias todas as manhãs. Então todos os artífices que trabalhavam em toda a obra do santuário vieram, cada um deixando o seu trabalho, e disseram a Moisés: "O povo está trazendo muito mais do que o necessário para a obra que o Senhor ordenou que se fizesse". Então Moisés deu ordem, e fizeram proclamar por todo o acampamento: "Nenhum homem nem mulher faça mais nada para a oferta do santuário". Assim, o povo foi impedido de trazer mais, pois o material que já haviam trazido era suficiente, e até sobejava, para toda a obra. Todos os homens habilidosos entre os que trabalhavam na obra fizeram o Tabernáculo com dez cortinas de linho fino torcido, e fios de azul, púrpura e carmesim; foram feitas com querubins artisticamente bordados. O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura de cada cortina era de quatro côvados; todas as cortinas tinham as mesmas medidas.Cinco cortinas foram unidas umas às outras, e as outras cinco cortinas foram unidas umas às outras. Foram feitos laços de azul na borda da última cortina do primeiro conjunto, e da mesma forma na borda da última cortina do segundo conjunto. Cinquenta laços foram feitos em uma cortina, e cinquenta laços foram feitos na borda da cortina do segundo conjunto; os laços correspondiam uns aos outros. Foram feitas cinquenta fivelas de ouro e as cortinas foram unidas umas às outras com as fivelas, de modo que o Tabernáculo ficou um todo. Também foram feitas onze cortinas de pelos de cabras para a tenda sobre o Tabernáculo; cada cortina tinha trinta côvados de comprimento e quatro côvados de largura; as onze cortinas tinham as mesmas medidas. Cinco cortinas foram unidas separadamente, e as outras seis cortinas também separadamente. Foram feitos cinquenta laços na borda da última cortina de um conjunto, e cinquenta laços na borda da última cortina do outro conjunto. Foram feitas cinquenta fivelas de bronze para unir a tenda, de modo que ficasse um todo. Foi feita uma coberta de peles de carneiros tintas de vermelho para o Tabernáculo, e outra coberta de peles finas por cima. Foram feitas tábuas de madeira de acácia para as paredes do Tabernáculo. Cada tábua tinha dez côvados de comprimento e um côvado e meio de largura. Cada tábua tinha dois encaixes para serem unidos um ao outro; assim foram feitas todas as tábuas do Tabernáculo. Foram feitas vinte tábuas para o lado sul do Tabernáculo. Foram feitas quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas, duas bases debaixo de cada tábua para os seus dois encaixes. Para o outro lado do Tabernáculo, o lado norte, foram feitas vinte tábuas e suas quarenta bases de prata, duas bases debaixo de cada tábua. Para o lado oeste do Tabernáculo, foram feitas seis tábuas, e duas tábuas foram feitas para os cantos dos fundos do Tabernáculo. Elas eram duplas na parte inferior e unidas na parte superior por uma argola; assim foram feitas as duas tábuas dos cantos. Assim, havia oito tábuas com suas dezesseis bases de prata, duas bases debaixo de cada tábua. Foram feitas barras de madeira de acácia: cinco para as tábuas de um lado do Tabernáculo, cinco barras para as tábuas do outro lado do Tabernáculo, e cinco barras para as tábuas do lado oeste do Tabernáculo, para os fundos. A barra do meio passava pelo meio das tábuas de uma extremidade à outra. As tábuas foram revestidas de ouro, e suas argolas, por onde passavam as barras, também foram feitas de ouro; e as barras foram revestidas de ouro. Foi feito o véu de azul, púrpura e carmesim, e de linho fino torcido; foi feito com querubins artisticamente bordados. Foram feitas para ele quatro colunas de madeira de acácia, revestidas de ouro, com seus engastes de ouro; e foram fundidas para elas quatro bases de prata. Foi feita uma cortina para a entrada da tenda, de azul, púrpura e carmesim, e de linho fino torcido, obra de bordador. Foram feitas para ela cinco colunas com seus engastes; suas cabeças e suas faixas foram revestidas de ouro, e suas cinco bases eram de bronze.  


O capítulo 37 detalha a confecção da arca da aliança por Bezalel. Ele a fez de madeira de acácia, com dois côvados e meio de comprimento, um côvado e meio de largura e um côvado e meio de altura. Ele a revestiu de ouro puro por dentro e por fora, e fez uma moldura de ouro ao redor. Fundiu quatro argolas de ouro para ela, duas de um lado e duas do outro. Fez varas de madeira de acácia e as revestiu de ouro. Colocou as varas nas argolas nas laterais da arca para carregá-la. Fez também um propiciatório de ouro puro, com dois côvados e meio de comprimento e um côvado e meio de largura. Fez dois querubins de ouro batido nas extremidades do propiciatório, um em cada extremidade, fixando-os ao propiciatório. Os querubins tinham as asas estendidas para cima, cobrindo o propiciatório com suas asas, e estavam de frente um para o outro, com os rostos voltados para o propiciatório. Fez também a mesa de madeira de acácia, com dois côvados de comprimento, um côvado de largura e um côvado e meio de altura. Revestiu-a de ouro puro e fez uma moldura de ouro ao redor. Fez também uma borda de um palmo de largura ao redor e uma moldura de ouro ao redor da borda. Fundiu quatro argolas de ouro para ela e as colocou nos quatro cantos, junto aos seus quatro pés. As argolas eram próximas à borda, para nelas se colocarem as varas para carregar a mesa. Fez as varas de madeira de acácia e as revestiu de ouro, para carregar a mesa. Fez também os utensílios que ficariam sobre a mesa: seus pratos, seus recipientes, suas tigelas e suas jarras para libação, todos de ouro puro. Fez também o candelabro de ouro puro batido. Seu pedestal, sua haste, seus cálices, seus botões e suas flores formavam uma só peça. Seis braços saíam dos seus lados: três braços de um lado e três do outro. Havia três cálices em forma de flor de amendoeira em um braço, com botão e flor; e três cálices em forma de flor de amendoeira em outro braço, com botão e flor; assim nos seis braços que saíam do candelabro. No pedestal do candelabro havia quatro cálices em forma de flor de amendoeira, com seus botões e suas flores. Havia um botão debaixo de dois braços que saíam do pedestal, e um botão debaixo de outros dois braços, e um botão debaixo de outros dois braços, assim para os seis braços que saíam do candelabro. Seus botões e seus braços formavam uma só peça com o candelabro; tudo era de ouro puro batido. Fez também seus sete candeeiros, suas tenazes e seus cinzeiros, de ouro puro. O ouro usado para o candelabro e todos os seus utensílios pesava um talento. Fez também o altar de incenso de madeira de acácia, quadrado, com um côvado de comprimento, um côvado de largura e dois côvados de altura; seus chifres formavam uma só peça com ele. Revestiu-o de ouro puro, sua parte superior, suas laterais e seus chifres; e fez uma moldura de ouro ao redor. Fez duas argolas de ouro para ele, debaixo da moldura, em seus dois lados, em lados opostos, para nelas se colocarem as varas para carregá-lo. Fez as varas de madeira de acácia e as revestiu de ouro. Fez também o óleo santo da unção e o incenso puro e aromático, obra de perfumista.  


Aplicação para os dias atuais:

A leitura desses capítulos nos ensina sobre a importância da generosidade e da disposição do coração na obra de Deus. Assim como o povo de Israel ofertou voluntariamente seus bens e talentos para a construção do Tabernáculo, somos chamados hoje a contribuir com nossos recursos e habilidades para o avanço do Reino de Deus. A habilidade e a sabedoria concedidas por Deus a Bezalel e Aoliabe nos lembram que o Senhor capacita aqueles que se dedicam ao seu serviço, utilizando seus dons de forma criativa e eficaz. A organização e o cuidado nos detalhes da construção do Tabernáculo refletem a importância de fazermos a obra de Deus com excelência e seguindo suas instruções. A suficiência das ofertas do povo nos adverte contra o excesso e nos ensina a confiar na provisão divina quando nos dedicamos de coração à sua obra.


Reflexão:

Os capítulos 35 a 37 de Êxodo revelam a resposta fervorosa e organizada do povo de Israel ao chamado de Deus para a construção do Tabernáculo. A generosidade demonstrada, a habilidade dos artífices inspirados pelo Espírito e a meticulosidade na execução do projeto evidenciam a centralidade da presença de Deus na vida da comunidade. Vemos a materialização de um espaço sagrado através da união de esforços e da dedicação de cada indivíduo. Essa narrativa nos convida a refletir sobre nossa própria disposição em contribuir para a obra de Deus, utilizando nossos dons e recursos com alegria e diligência, reconhecendo que Ele é quem capacita e supre todas as necessidades quando nos colocamos à disposição do seu propósito.

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